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Nos últimos meses, os assassinatos motivados por ´acerto de conta´ do tráfico têm deixado os moradores temerosos. O avanço do tráfico de drogas vem elevando os índices dos assassinatos no bairro Pirambu, que, nos anos 90, era considerado uma das áreas mais violentas da Capital cearense e, depois, passou por um longo período de paz graças às ações sociais junto àquela comunidade praiana.Segundo levantamentos feitos pela Reportagem, desde o começo do ano, já foram praticados 40 homicídios no Grande Pirambu, área que engloba comunidades carentes como Sete Varas, Areia Grossa, Cacimba dos Pombos e Cristo Redentor. Polícia Em meio a tantos assassinatos, a Polícia Militar, através das patrulhas do Ronda do Quarteirão e da 3ª Companhia do 5º BPM, reforça o policiamento diuturno nas ruas, mas a permanente ação dos matadores desafia as autoridades da Segurança Pública, como de resto acontece em todos os quadrantes da Grande Fortaleza (Capital e região metropolitana). Entre as vítimas dos assassinatos figuraram duas mulheres. Uma delas teve morte trágica ao ser esfaqueada na porta de uma escola pública situada na Rua Dom Quintino. Maria das Neves Rocha de Sousa, 25, foi morta na manhã do dia 14 de setembro diante de várias pessoas que transitavam pelo local, inclusive muitas crianças e adolescentes que saíam da escola naquele momento. O crime ainda está sendo apurado pelo 7ºDP. A ação de traficantes tem sido o principal motivo das centenas de homicídios na Grande Fortaleza. Até o fim do mês de setembro essa estatística já contabilizava 1.277 casos. No Pirambu, das 40 ocorrências de assassinato, quase a sua totalidade está ligada diretamente a ´acertos de contas´ do tráfico. Este é o raciocínio da Polícia para explicar várias execuções, entre elas, a que vitimou duas pessoas na noite de 26 de agosto, quando em um bar, localizado na Avenida Doutor Theberge, foi invadido por pistoleiros a mando de traficantes. Eles executaram ali João Paulo Vieira e o taxista Jéfferson Pires Paes. Perigo Somente na Rua Santa Inês, uma das mais conhecidas daquele bairro, quatro pessoas foram mortas este ano, Raimundo Cordeiro da Mota, Francisco Ferreira do Nascimento, José Alexandre da Silva e Rafael Silva Viana. Na Rua Santa Elisa, os mortos foram Lucivando da Silva, Francisco de Lima Fonseca, Escolástica Soares da Costa e, ainda, um jovem que não foi identificado pela Polícia. Já na Avenida Doutor Theberge, além do duplo homicídio em que morreram João Paulo Vieira e Jéfferson Pires Paes, também foram assassinados José Célio Leite Lima e David Cavalcante Calado. Para o major Lourival Lima, comandante da 3ª Cia/5ºBPM, a disputa pelo território do tráfico tem motivado os crimes. “Acontece como uma seleção natural. O traficante maior manda matar o traficante menor. Quem invade o território do outro é morto e, o pior de tudo isso é que, quem estão envolvidos no tráfico são adolescentes e jovens. Eles têm idade entre 15 até 20 anos”, afirma o oficial. Através de um trabalho em conjunto com o 7º DP, a Polícia Militar tem realizado constantes prisões e apreensões de adultos e adolescentes envolvidos com o tráfico. Armas de fogo e drogas são apreendidas nessas operações. O major Lima explica que este trabalho tem sido feito em parceria com a Polícia Civil e ressaltou a disposição e empenho do titular do 7º DP, delegado José Jesuíta Barbosa Filho. “Muitos traficantes foram mandados para a cadeia nos últimos meses”, assinala o militar. Drogas No ano passado, a equipe da Delegacia de Narcóticos (Denarc) realizou várias operações de combate ao tráfico de drogas em diversos bairros, favelas e comunidades da Grande Fortaleza, conseguindo efetuar a prisão de mais de uma centena de traficantes. Parte deste contingente de criminosos foi apanhada na Zona Oeste da Capital, incluindo aí o bairro Pirambu. A prisão de bandidos que controlam pontos-de-venda de drogas acaba, no entanto, gerando outro problema. Ele deixa sucessores ou ´laranjas´ para continuar a venda das drogas e estes acabam tornando-se rivais dos chefes de outras quadrilhas que lutam para tomar o domínio. Assim como no Pirambu, este fato tem sido motivo de assassinatos em outras áreas de Fortaleza, como na Praia do Futuro, Bom Jardim, Messejana e nos Municípios de Caucaia e Maracanaú. Esta disputa tem fomentado os assassinados considerados ´execuções extra-judiciais´. Este ano, mais de 1.300 homicídios ocorreram na RMF Fonte: Diário do Nordeste

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