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    Seis municípios do Interior do Ceará devem receber tropas federais no segundo turno

    Os 2.500 militares anunciados pelo TRE devem ser distribuídos por seis municípios do Interior, além de Fortaleza, Maracanaú, Pacatuba, Maranguape e Caucaia

    O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) decidiu, nesta quinta-feira, 23, solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral o reforço de tropas federais para o segundo turno das eleições e novos seis municípios do Estado. Além de Fortaleza, Maracanaú, Caucaia, Pacatuba e Maranguape, o reforço pode se estender para Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Sobral, Crateús e Aracati.

    A presidente do TRE-CE, a desembargadora Iracema do Vale, já enviou ofício ao TRE, formalizando o pedido, em resposta à Mensagem do ministro do TSE, João Otávio de Noronha, solicitando que a Corte se manifestasse com urgência sobre os documentos juntados no processo “sobre a necessidade de envio de forças federais para os municípios de Crato, Barbalha, Juazeiro do Norte, Sobral, Aracati, Crateús, Campos Sales, Itapipoca, Tianguá, Aracati e Mauriti”.

    A solicitação atende ao pedido da coligação “Ceará de Todos”, encabeça pelo candidato ao Governo do Estado, Eunício Oliveira. Inicialmente, era pervisto reforço para 18 novas cidades. Não deve haver alteração no total de 2.500 militares que integrarão o reforço. O comandante da 10ª Região Militar, general Marco Antônio Freire Gomes, foi acionado pelo TRE e assegurou não haver problemas para a distribuição dos militares do Exército nos municípios solicitados. O TRE aguarda apenas a autorização do TSE para que o pedido seja formalizado.
    Pedido de reforço
    O primeiro pedido de reforço partiu do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) após denúncias feitas pelo governador Cid Gomes (Pros) de que “uma milícia dentro da polícia” estaria atuando para “fins politiqueiros”. Na terça-feira, 21, o TRE anunciou que 2.500 homens serão distribuídos pelo Estado durante a votação do segundo turno.

    Após o primeiro turno, vieram a público críticas ao modelo de atuação dos policiais no dia do pleito. Especificamente, em relação ao fato de viaturas ficarem estacionadas, em vez de circularem pelos locais de votação.

    Para as autoridades eleitorais cearenses, o modelo adotado pela cúpula do setor pode ter dificultado a inibição de crimes eleitorais. No primeiro turno, a polícia realizou 48 procedimentos de crimes eleitorais contra a chapa do candidato governista Camilo Santana (PT), apoiado por Cid - entre elas a detenção de dois vereadores da base aliada por suposta compra de votos.

    Por sua vez, a campanha do adversário Eunício Oliveira (PMDB) registrou 11 casos de detenção por crimes eleitorais.

    No texto do ministro, é destacada a concordância do governador em relação à vinda das tropas. Segundo Cid, é “salutar e fortalecedora a solicitação de atuação das Forças Armadas”.

    Fonte: O Povo

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