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    Tucanos negam apoiar golpe; novo ato para pedir impeachment é convocado

    Expoentes do PSDB se posicionaram ontem contra as manifestações que pedem intervenção das Forças Armadas contra a presidente Dilma Rousseff (PT). Mais importante detentor de cargo público no partido, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que não são aceitáveis protestos favoráveis a intervenção militar. O tucano lembrou que as pessoas têm o direito de se manifestar, mas ressaltou que a democracia deve ser fortalecida.

    Coordenador digital da campanha de Aécio Neves (MG), o ex-deputado federal Xico Graziano disse, no Facebook, que a manifestação é “absurda, antidemocrática e não republicana”. “Ainda por cima, pedindo a volta dos militares, meu Deus, tô fora disso. Esconjuro”, escreveu.

    No sábado, 1º, durante protesto favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), promovido na capital paulista, grupo de manifestantes exibiu cartazes cobrando intervenção militar. “A manifestação é livre e as pessoas têm o direito de se manifestar, mas é evidente que nós, que lutamos tanto pela democracia, não podemos aceitar esse tipo de coisa. A democracia precisa ser fortalecida”, disse Alckmin.

    O presidente nacional do DEM, José Agripino, classificou como “deplorável” e “condenável” o pedido de intervenção militar, mas sem deixar de atacar a gestão Dilma. “Este governo está tão mal que até esse tipo de coisa condenável ocorre”, disse.

    Impeachment

    Novos eventos de pedido de impeachment da presidente Dilma foram marcados nas redes sociais para o feriado de Proclamação da República, 15, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília.


    O evento paulista está sendo convocado por dois grupos. Um deles é puxado pelo deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) e por Paulo Batista, que foi candidato a deputado estadual pelo PRP.

    O outro é organizado pelo empresário Marcello Reis. Ambos dizem não ser responsáveis pelos pedidos de intervenção militar na última manifestação. “Lógico que tem um grupo que quer intervenção militar, mas não somos um deles”. afirmou.

    Reis convocou o ato pela “anulação das eleições”. Ele diz ter provas de que houve fraude nas urnas e pedirá impeachment da presidente. (da Folhapress)

    Saiba mais

    Lobão nega apoio.

    O músico Lobão usou as redes sociais para se defender de críticas de que apoiaria uma intervenção militar para derrubar o governo de Dilma Rousseff (PT).

    Lobão participou do ato de domingo, na avenida Paulista, e, com bandeira do Brasil nos ombros, defendeu a recontagem dos votos. “Não tem ninguém aqui golpista”, disse ao microfone.

    Porém uma parte mais radical dos manifestantes defendeu um novo golpe militar. A reivindicação provocou reações prós e contras nas redes sociais, obrigando Lobão a fazer uma “nota de esclarecimento” em no Facebook.

    O músico afirma que “qualquer ditadura é injustificável” e criticou quem ataca o Nordeste pela reeleição de Dilma.


    O Povo

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