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    Ceará é o estado brasileiro com maior taxa de assassinatos nos presídios. Em 2016, foram 60 detentos mortos


    Nada menos, que 60 presidiários foram assassinados no Ceará em 2016. O número é superior ao divulgado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado ( SSPDS) em seu site (50) e  também maior ao postado numa pesquisa feita pelo jornal Folha de São Paulo e publicada na edição desta quinta-feira (48).
     Tal número coloca o Ceará em primeiro lugar no ranking por estado em relação aos casos de assassinatos nas unidades do sistema penitenciário.
    O segundo colocado na lista é o estado de Pernambuco, com 43 mortes em presídio. Seguidos de mais  oito estados nos dez primeiros lugares da lista: Rio Grande do Norte (31), Pará (24), Paraíba (20), Goiás (20), Mato Grosso do Sul (19), Roraima (18), São Paulo (17) e Piauí (16).
    O penúltimo e o último estados da lista foram, respectivamente, Sergipe, com apenas dois casos; e Espírito Santo, que não teve registro algum de mortes de detentos.  
    Outro detalhe importante da pesquisa publicada pela Folha indica que a maioria dos crimes de morte nos presídios e penitenciárias brasileiras se concentrou no Nordeste brasileiro, com  mais da metade dos 372 casos que o levantamento do jornal apontou.
    Realidade cearense
    Com índices diferentes dos apresentados pela pesquisa do jornal paulista e pela própria SSPDS-CE, a realidade da matança de presos no Ceará é outra. Na verdade, o número real de homicídios nas unidades penais do estado é 60.  Somente no mês de maio, quando ocorreu uma mega-rebelião simultânea em todas as Casas de Privação Provisória da Liberdade (CPPLs) da Região Metropolitana de Fortaleza, 19 detentos foram mortos. Em todo o estado, 14 deles durante o motim.
    Somente nas cinco CPPLs foram 34 assassinatos, além de 11 mortes nas cadeias públicas dos seguintes Municípios: Jaguaretama (2), Pentecoste (2), Ibicuitinga, Viçosa do Ceará, Camocim, Redenção, Ipu, Canindé e Morada Nova.
    Quatro presos foram assassinados em 2016 nas dependências do Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira 2 (IPPOO 2), em Itaitinga.

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