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    Ceará teve 96 casos de microcefalia confirmados em 2016




    A Secretaria da Saúde confirmou 96 casos de microcefalia no Ceará em 2016. O número total de notificações chegou a 409 casos. Do total, 202 suspeitas foram descartadas e 111 continua em investigação.
    Até o momento, em 2017, foram notificados dois casos entre o dia primeiro e sete de janeiro - os dois ainda permanecem em investigação.
    Em 2015, com início do monitoramento em outubro, foram 232 casos notificados,  com 56 confirmados, 136 descartados e 40 que ainda são investigados.
    Ainda no fim do ano passado, o Ministério da Saúde modificou os grupos para notificações em: recém-nascido com até 48 horas de vida, recém-nascido ou criança após as primeiras 48 horas de vida, condições identificadas durante o pré-natal, aborto espontâneo até a 22ª semana gestacional, óbito fetal ou natimorto e óbito neonatal precoce.
    Com as novas recomendações, os casos podem ser encerrados também como casos prováveis e inconclusivos.
    Entre o confirmados, a Sesa, afirma que 106 foram encerrados pelo critério clínico-radiológico e 46 pelo critério laboratorial, sendo que 6 casos foi apontada infecção congênita por algum Storch² e 40 casos pelo vírus Zika.
    A maioria dos casos foi confirmada entre mulheres, com 79 registros, e 73 do sexo masculino. Dos 184 municípios cearenses, 119 notificaram casos da doença, onde 56 cidade confirmaram casos nos anos de 2015 e 2016.
    Ainda no período foram notificados 50 óbitos suspeitos, destes, 25 foram confirmados, 4 foram descartados e 21 seguem em investigação. Fortaleza concentra o maior número de  dos óbitos confirmados (9).
    Recomendações
    Para evitar o contágio, a Secretaria de Saúde orienta sobre os cuidados com o mosquito Aedes aegypti, vetor do vírus. As gestantes devem fazer uso de repelente tópico, considerando a relação causal entre o Zika vírusx e os casos de microcefalia relacionada ao vírus Zika diagnosticados no país. Estudos indicam que o uso tópico de repelentes a base de DEET por gestantes não apresenta riscos.
    Em casa, os repelentes ambientais  saneantes regularizados devem ser regularizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisax). Esses produtos não devem ser indicados ou utilizados diretamente em seres humanos, mas em superfícies inanimadas e/ou ambientes, seguindo sempre, com atenção, as orientações do fabricante.
    É importante que as gestantes realizem um acompanhamento e as consultas de pré-natal, com a realização de todos os exames recomendados pelo médico.  Elas também não devem consumir bebidas alcoólicas ou qualquer outro tipo de drogas, não utilizar medicamentos sem orientação médica e evitar contato com pessoas com febre ou infecções.
    Além disso, a população  deve adotar medidas que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doença, com a eliminação de criadouros e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas. Gestantes devem usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.
    Fonte: G1 CE

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