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    Justiça vai apurar cachê de show de Wesley Safadão por R$ 575 mil


    O Ministério Público Federal investiga possíveis irregularidades na contratação de artistas para o São João 2016 de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a assessoria do órgão, há diferença de preços nos shows contratados para os festejos juninos entre Campina Grande e Caruaru. Segundo o MPF, Wesley Safadão foi contratado por R$ 575 mil na Capital do Forró e por R$ 195 mil no município paraibano.

    A Prefeitura de Caruaru informou que vai se pronunciar por meio de nota ofical ainda nesta terça-feira (21). As assessorias de Wesley Safadão, Elba Ramalho e Aviões do Forró também informaram que vão responder por meio de nota. Ao G1, a coordenação do São João de Campina Grande confirmou que foi negociado R$ 195 mil com Wesley Safadão.
    A assessoria da prefeitura de Campina Grande informou que foi realizado umplanejamento com antecedência para negociar os preços dos cachês dos artistas. "Justamente por compreender que os valores de mercado tendem a aumentar quando a disputa pelo artista é mais acirrada nesta época. Foi feito um pré-contrato com Wesley há praticamente um ano", disse a assessoria.

    Na investigação, a assessoria do MPF informa que "a partir de consulta ao Portal da Transparência, a Prefeitura de Caruaru pagaria valores bem mais altos pelos mesmos shows programados para o São João de Campina Grande". As diferenças de preços são apontadas nos shows de Wesley Safadão, Elba Ramalho e Aviões do Forró.

    O MPF detalhou que o cantor Wesley Safadão se apresentará nos dois municípios e o preço cobrado em Caruaru foi de R$ 575 mil e de R$ 195 mil em Campina Grande. A banda Aviões do Forró cobrou R$ 250 mil no município pernambucano e R$ 195 mil na cidade paraibana; já Elba Ramalho, o preço do show em Caruaru custou R$ 190 mil e em Campina Grande R$ 160 mil, conforme o Ministério Público.

    Foi instaurada uma notícia de fato pelo Ministério Público Federal nesta terça-feira (21) e o órgão solicitou ao prefeito de Caruaru, José Queiroz, e à Fundação de Cultura do município explicações sobre a diferença dos cachês. A prefeitura deverá informar se já houve pagamento, a forma como foi feita a contratação e quais as fontes de recursos.



    Fonte: 180 Graus com informações do G1

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