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| Imagem ilustrativa - Caso Eliza Samudio - Passaporte em Portugal |
Passaporte localizado em Portugal volta a chamar atenção para um dos casos criminais mais emblemáticos do Brasil
Quinze anos após o assassinato que chocou o Brasil, o caso de Eliza Samudio voltou a ganhar repercussão após a descoberta de um passaporte em nome da jovem em Portugal. O documento foi encontrado em um apartamento alugado e entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, que confirmou sua autenticidade e comunicou o fato às autoridades brasileiras.
🧾 Como o passaporte foi localizado
De acordo com relatos divulgados pela imprensa, o passaporte foi encontrado no fim de 2025, em um apartamento residencial em Portugal. O documento estava guardado entre livros, em uma estante, e foi localizado por um dos moradores do imóvel, que reconheceu o nome e a imagem de Eliza Samudio devido à ampla repercussão do caso no Brasil.
O morador afirmou que o passaporte estava em bom estado de conservação e que, ao perceber a relevância do achado, decidiu procurar a imprensa e, posteriormente, entregar o documento às autoridades consulares brasileiras.
Leia também:
🛂 O que dizem as autoridades
Em nota, o Consulado-Geral do Brasil em Lisboa confirmou que recebeu o passaporte e informou que o caso foi comunicado ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), em Brasília. O órgão destacou que aguarda orientações sobre os procedimentos a serem adotados em relação ao documento.
As autoridades ressaltaram ainda que não há qualquer indício de que Eliza Samudio esteja viva, e que a descoberta do passaporte não altera as conclusões judiciais do caso, já encerrado com condenações definitivas.
⚖️ Relembre o caso
Eliza Samudio desapareceu em 2010, aos 25 anos. O corpo da jovem nunca foi localizado, mas a Justiça brasileira condenou os envolvidos pelo sequestro e homicídio. O crime se tornou um dos mais emblemáticos da história recente do país, sendo frequentemente citado em debates sobre violência contra a mulher e feminicídio.
🕊️ Família segue em busca de memória e justiça
A mãe de Eliza, Sônia Moura, tem reiterado em entrevistas que a dor permanece mesmo após tantos anos. Em 2025, ela recebeu pertences pessoais da filha que estavam sob custódia judicial, reforçando que o caso segue aberto emocionalmente para a família, apesar de encerrado na Justiça.
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Em nota, o Consulado-Geral do Brasil em Lisboa confirmou que recebeu o passaporte e informou que o caso foi comunicado ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), em Brasília. O órgão destacou que aguarda orientações sobre os procedimentos a serem adotados em relação ao documento.
As autoridades ressaltaram ainda que não há qualquer indício de que Eliza Samudio esteja viva, e que a descoberta do passaporte não altera as conclusões judiciais do caso, já encerrado com condenações definitivas.
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Eliza Samudio desapareceu em 2010, aos 25 anos. O corpo da jovem nunca foi localizado, mas a Justiça brasileira condenou os envolvidos pelo sequestro e homicídio. O crime se tornou um dos mais emblemáticos da história recente do país, sendo frequentemente citado em debates sobre violência contra a mulher e feminicídio.
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