INSS retoma revisões dos benefícios de auxílio-doença




Recomeçou nesta segunda-feira, 16, a revisão do benefício de auxílio-doença, concedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social o INSS. Nesta fase, serão chamadas para uma nova perícia pessoas que recebem o benefício, mas não passam por uma perícia médica há mais de dois anos.
O auxílio-doença garante uma renda para o trabalhador incapacitado temporariamente de exercer a atividade profissional. O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, Alberto Beltrame, diz que a revisão é para evitar pagamentos indevidos e para que o benefício chegue para quem realmente precisa. A expectativa é economizar cerca de 6 bilhões de reais para o Fundo de Previdência.
“O auxílio-doença é uma importante ferramenta que garante a segurança do trabalhador , que contribui com a previdência e no m omento em que ele fica incapaz para o trabalho, ele tenha a garantia de que a renda dele vai permanecer. No momento em que ele estiver capaz, ele tem que sair do benefício porque a partir do momento em que ele passa a receber indevidamente o beneficio, ele passa a lesar duplamente a Previdência, lesar o conjunto. Ele não está lesando o governo ou algo muito distante, ele está lesando o companheiro de trabalho dele porque ele está sacando de um fundo que é a economia de todos indevidamente e também tá deixando de contribuir, então a revisão dos benefícios tem por objetivo fundamental fazer uma boa governança destes recursos”, disse Alberto Beltrame, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário
No ano passado, foram realizadas 21 mil perícias. Em mais de 80 por cento dos casos, as pessoas já estavam aptas para voltar ao trabalho e não deveriam, portanto, receber o auxílio-doença. Aposentados por invalidez com menos de 60 anos e que não passaram por perícia médica nos últimos dois anos também serão convocados para a re visão. Todos serão comunicados por meio de carta e terão até cinco dias úteis para agendar a perícia através do telefone 135. Caso não compareça na data agendada ou não marque a revisão, o segurado terá o benefício suspenso. De acordo com o secretário-executivo, Alberto Beltrame, 2.500 peritos irão trabalhar em caráter emergencial para suprir a demanda, que deve ser totalmente concluída em, no máximo, 2 anos.

Fonte: Blog do Roberto Moreira
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