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    Após sacrifício de cachorro de enfermeira infectada, estudo sugere que cachorros podem contrair ebola

    Apesar dos esforços e pedidos de milhares de pessoas (e até animais), Excalibur, o cachorro de uma enfermeira espanhola infectada por ebola, foi sacrificado nesta quarta-feira. Ativistas e amantes dos animais pediam que ele fosse mantido em quarentena para que confirmassem a possibilidade de contágio pela doença antes de matá-lo. E a pergunta que ficou foi: cachorros podem contrair e transmitir ebola? Segundo sugerem alguns estudos, sim.

    Segundo o Mashable, as pesquisas sobre ebola em cães são escassas, mas um estudo de 2005, publicado no jornal do Centro de Controle e Prevenção de Doenças Infeccionas Emergentes, sugere que os cães são suscetíveis ao vírus, assim como os humanos. "Dada a frequência do contato entre homens e cachorros domesticados, a infecção canina por ebola pode ser considerada um fator de risco para a infecção humana e a propagação do vírus. A infecção de humanos poderia ocorrer através de lambidas, mordidas ou durante a tosa", diz a pesquisa.

    No entanto, o estudo em questão foi feito durante o surto de ebola no Gabão, entre 2001 e 2002, considerando cachorros que eram muito expostos à doença porque comiam animais mortos infectados e circulavam entre muitas pessoas que possuíam o vírus. Além disso, 40 entre os 159 cachorros testados carregavam o vírus, mas nenhum deles apresentou sintomas visíveis da doença. Apesar de serem assintomáticos, o relatório ressalta que isso não significa que os animais não possam transmitir ebola, já que "podem excretar partículas infectadas na urina, fezes e salivas durante um curto período antes da remoção do vírus", assim como outros animais.

    Segundo informações do Mashable, uma porta-voz da Associação Americana de Veterinários disse que o risco de que a possibilidade de cachorros possam disseminar ebola é muito pequena nos Estados Unidos e em outros lugares onde eles são alimentados apenas pelos donos, não entram em contato com cadáveres e nem comem animais infectados.

    Por conta dos índices e pesquisas incertos, um documento do Departamento de Serviços de Saúde do Estado do Texas, onde dois homens já foram diagnosticados com ebola, informa que estão sendo criadas regras para lidar com os animais dos doentes. Por enquanto, a recomendação é que as autoridades de saúde pública avaliem o risco de exposição do animal em questão e, caso seja confirmado que ele foi exposto ao vírus (de acordo com as diretrizes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças), é recomendado que o bicho seja monitorado por um período de 21 dias.

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